Segunda-feira, Janeiro 30, 2012
Sábado, Janeiro 28, 2012
Sábado, Janeiro 21, 2012
Democracia sem filtro
Sexta-feira, Janeiro 20, 2012
Quarta-feira, Janeiro 18, 2012
Stop SOPA and PIPA
Sexta-feira, Dezembro 23, 2011
Errata
Esta encomenda foi feita por telefone, pela Eurosondagem, na Renascença, "Expresso" e SIC, entre 7 e 13 de Dezembro tendo como universo os trabalhadores, com mais de 18 anos, em Carnaxide com extensões do telefone da rede fixa dos estúdios da SIC, do "Expresso", do clube de golfe que Francisco Balsemão frequenta e o telemóvel do Mário Crespo. Os entrevistados foram distribuídos "aleatoriamente" no que se refere ao sexo e à idade. A amostra foi estratificada por regiões: 20,4% na SIC, 14,3% no "Expresso", 26% no "Courrier Internacional", 29,4% na Visão e 10% na Casa Cláudia, num total de 1033 entrevistas validadas que correspondem a uma taxa de resposta de 79,7%.
Quarta-feira, Dezembro 21, 2011
cavaco silva a olhar para cenas
Quarta-feira, Dezembro 14, 2011
rightshift
Encontrei deus...
Segunda-feira, Novembro 28, 2011
"O senhor ministro informa-se com quem?"
Domingo, Novembro 27, 2011
Segunda-feira, Novembro 21, 2011
Goldman Sachs conquista a Europa aos eleitores
Cada vez mais vozes falam do fim da democracia, ou do seu falhanço. Usando o lead escolhido para um artigo de Peter Beaumont, editor de internacional do britânico The Observer, "os homens de Estado já não moldam os acontecimentos, limitam-se a responder-lhes, escravizados pelas forças dos mercados".
Também o Independent publicou um extenso artigo com larga influência nos opinion-makers do fim de semana. Analisa ligações entre os governantes emergentes na Europa e a Goldman Sachs: "enquanto o cidadão comum se desgasta com a austeridade e o desemprego, os corredores do poder da zona euro têm vindo a sofrer uma transformação notável". É um facto que o poder financeiro está a alargar a sua esfera de influência, substituindo os eleitores na tarefa de determinar quem governa.
Nas ruas, beneficia de as gerações jovens culparem as anteriores pela crise de emprego. Resta saber se a mudança é temporária ou definitiva._________________Paulo Querido, in negócios online
Segunda-feira, Outubro 31, 2011
Das profundas marianas do blogspot
Sábado, Outubro 29, 2011
Terça-feira, Setembro 20, 2011
Sábado, Setembro 17, 2011
Sexta-feira, Agosto 12, 2011
Terça-feira, Julho 19, 2011
Quarta-feira, Julho 13, 2011
Quarta-feira, Julho 06, 2011
Quinta-feira, Junho 23, 2011
Terça-feira, Maio 10, 2011
Domingo, Abril 17, 2011
Terça-feira, Abril 05, 2011
Domingo, Abril 03, 2011
Liberdade, Onde Estás? Quem Te Demora
Liberdade, onde estás? Quem te demora?
Quem faz que o teu influxo em nós não Caia?
Porque (triste de mim!) porque não raia
Já na esfera de Lísia a tua aurora?
Da santa redenção é vinda a hora
A esta parte do mundo que desmaia.
Oh! Venha... Oh! Venha, e trémulo descaia
Despotismo feroz, que nos devora!
Eia! Acode ao mortal, que, frio e mudo,
Oculta o pátrio amor, torce a vontade,
E em fingir, por temor, empenha estudo.
Movam nossos grilhões tua piedade;
Nosso númen tu és, e glória, e tudo,
Mãe do génio e prazer, oh Liberdade!
____________________________
Manuel Maria Barbosa do Bocage
ASENSIO
Quinta-feira, Março 03, 2011
Sexta-feira, Fevereiro 11, 2011
Brincando às moções
«O BE afirmou hoje que a moção de censura que vai apresentar no Parlamento será dirigida contra o Governo e contra o PSD e defenderá “uma visão própria da sociedade e da política portuguesa”.»
O curioso grupo da esquerda portuguesa reentra em grande no anedotário político português. Uma moção de censura, não só ao Governo, como ao maior partido na oposição. Partido do qual necessita apoio para aprovar a censura. Hostilizar o (apoio do) PSD é não querer que a moção passe.
Esta estratégia só pode ter sido racionalizada desta forma: fazem uma moção de censura ao Governo, mas sem fazer o trabalho sujo para o PSD (obra que parecia destinada ao PCP).
Resultado provável? Moção rejeitada, com votos a favor apenas do Bloco. E muitas, muitas consultas no psicólogo para os seus deputados.
ASENSIO
Domingo, Janeiro 30, 2011
Devemos ser todos mesmo parvos...
Fernando Medina, porta-voz do PS, acredita que nas eleições presidenciais os portugueses optaram "pelo reforço da estabilidade". Ao mesmo tempo consegue defender que essa estabilidade política do país permite "defender Portugal na conjuntura difícil em que vivemos".
Não é possível coordenar as duas posições sem perceber que, para Fernando Medina e para o PS, o país só poderá ultrapassar a conjuntura de crise com Cavaco Silva na Presidência.
Como se precisássemos de mais provas quanto ao tímido e hipócrita apoio socialista à candidatura de Manuel Alegre...
ASENSIO
Parvos somos todos...
Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!
E fico a pensar
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
(obrigado João José Cardoso, do Aventar)
ASENSIO
Quarta-feira, Janeiro 26, 2011
O VENCEDOR CRISPADO
"O cérebro é uma coisa magnífica … todos deveriam ter um"ASENSIO
O vitorioso dr. Cavaco, no entusiasmo febril do cartaz da noite eleitoral e excitado na glória da tribuna popular, comiciou aos incréus, fazendo o seu último tour de force político. E virou espectro, qual censor aos vassalos. De vassoura em punho caluniou-se, com rara distinção. Para os mais jovens, como se um mestre-escola fora, aludiu "verdade" & "transparência" na política, imprudentemente amnésico. De punhal à cinta, nada tolerante, vociferou pela honra e carácter, qual demagogo disfarçado, esquecido das indulgências durante o período eleitoral, mesmo com ele próprio. Para a posteridade folheou a alma dos adversários, vergastou 75% dos eleitores indígenas, em curiosa e áspera domesticação folhetinesca. Virou panfletário. Fez história. Intriga. Sem se nunca maçar.
Curiosamente, o pouco piedoso dr. Cavaco - aquele que no íntimo da sua alma publicitou ser o único nativo que dominava os areópagos financeiros internacionais e a crise mundial, avisando (de dedo em riste) que ou se resolvia já a questão da eleição presidencial ou vinha dos céus "uma contracção do crédito e uma subida das taxas de juro" –, assistiu ironicamente, um dia depois da sua divina eleição, a mais um "nervosismo" dos mercados e correspondente subida da taxa de juro, aumentando as dúvidas de default de Portugal. Suprema ironia de um putativo economista traído pela profunda e fatal economia.
Na verdade, como diria o nosso Eça, "a política é a ocupação dos ociosos, a ciência dos ignorantes, e a riqueza dos pobres". Restará acrescentar ao político a crispação. E a estes pobres dias, o burlesco que tudo isto encerra. Di meliora.
no Almocreve das Petas
Quinta-feira, Janeiro 20, 2011
Terça-feira, Janeiro 18, 2011
Sábado, Janeiro 15, 2011
Quinta-feira, Dezembro 30, 2010
Terça-feira, Dezembro 14, 2010
A necessária bancarrota dos bancos
[...] O "segredo" para esta saída da zona de risco, diz Gylfi Zoega, professor de Economia na Universidade da Islândia, foi "deixar os bancos entrar default em relação com as obrigações para com os bancos estrangeiros". "O principal fator por detrás do arrepiar de caminho da Islândia foi a depreciação das taxas de câmbio e o facto de grande parte dos custos da bancarrota do sistema bancário ter recaído sobre os credores estrangeiros e não sobre os contribuintes islandeses", afirma, também, Jon Danielsson, economista islandês, atualmente professor na London School of Economics. Ele é de opinião que "esta é a estratégia correta para os contribuintes em outros países com sistemas financeiros em crise - o povo nada teve a ver com as decisões dessas instituições financeiras sofisticadas e não há razão alguma para resgatar quem quer que seja". O ministro dos Assuntos Económicos da Islândia, em entrevista (...), reforça que agora "muito mais gente concorda que estávamos certos".[...]ASENSIO
Excerto de um artigo de Jorge Nascimento Rodrigues no Expresso (bolds meus)
Quinta-feira, Dezembro 02, 2010
Quinta-feira, Novembro 18, 2010
Domingo, Novembro 07, 2010
Sábado, Outubro 30, 2010
Disponível por encomenda (XXXII)
Sexta-feira, Outubro 22, 2010
Andamos a brincar
«Manuel Alegre dará um melhor Presidente que Cavaco Silva?
Pode haver estilos diferentes, palavras diferentes, mas em aspectos essenciais o percurso de um e de outro coincidem.»
([Francisco Lopes] hoje, em entrevista ao «i»)
Goste-se ou não de Manuel Alegre, concorde-se ou não com a sua candidatura, é preciso ter lata e ser muito (nem sei que adjectivo escolher…) para fazer uma afirmação como esta.
E já que a asneira parece livre, eu também não vejo diferenças essenciais entre a candidatura de Francisco Lopes e a de Manuel João Vieira. Afinal, ambos querem servir o país!
____________________
Por Joana Lopes, no Entre as Brumas da Memória
É o que acontece quando andamos a brincar às eleições presidenciais. Nas últimas eleições para PR apresentaram-se candidatos cujo objectivo não era vencer, nunca foi. São figuras de corpo presente, sem perfil ou intenções de exercer o cargo. Não é que não acredite que lá no fundo do baú destes partidos não haja ninguém presidenciável, mas estas escolhas têm se mostrado inócuas e confusas para o eleitor.
Neste caso concreto, parece-me que a figura de Francisco Lopes estará apenas a estagiar para a secretaria geral do PCP. Usar umas eleições nacionais para testar o carisma (neste caso falta dele) de um putativo líder partidário é ridicularizar o escrutínio. Mas cada partido escolhe a estratégia que quer, não pode depois queixar-se do resultado. E ridículo por ridículo...
ASENSIO
Quarta-feira, Outubro 20, 2010
Sábado, Outubro 16, 2010
Sexta-feira, Outubro 15, 2010
Domingo, Outubro 10, 2010
Too big to fall
Domingo, Outubro 03, 2010
Sexta-feira, Outubro 01, 2010
Desabafo
O lote político da blogosfera anda tão rasteiro como a caixa de comentários de muitos jornais on-line. De um lado encontram-se os dogmáticos da situação, defendendo a liderança executiva de olhos fechados, sem capacidade de encaixe perante uma crítica, seres superiores que nunca erram. Do outro, os sem ideias oposicionistas, que parecem ter sido ofendidos a nível pessoal pelos da situação. Não há qualquer discussão de ideologias ou alternativas, apenas duas barricadas, bem separadas, prontas para o ataque "vermenenoso" e desinteressante.
Tenho lido posts que são verdadeiro lixo electrónico, a base é o insulto, a receita é a ofensa pessoal, a arrogância, a madrinha de cada palavra. Enfim, um pouco como o debate parlamentar. Se é para trazer as más praticas políticas para os blogues então o trabalhinho está bem feito.
Obviamente que há excepções, mas eu prefiro ler outras freguesias...
ASENSIO
p.s.- não deixo ligações para os ditos blogues e posts porque, como já o disse, não espalho virulências pela web...
Sexta-feira, Setembro 24, 2010
Tudo gira à minha volta
"Agora estamos mortos", declarou à Time um residente no campo de refugiados de Khan Younis, centro de recrutamento de vários homens-bomba. "Só vivemos quando pedaços dos nossos corpos são recolhidos em Telavive."
"Estava sereno o assassino. Não aparentava nenhum remorso", desabafou um vizinho à nossa reportagem.
A crise no conflito com a China agrava-se. Aliados garantem estar dispostos a ir até às últimas consequências para defender a ordem internacional.
Interrogados sobre se as "últimas consequências" implicavam o recurso a material nuclear, o porta-voz da Nato recusou-se a comentar.
Duas crianças estrangulam um bebé de dois anos. Bruxelas debate a interdição de entrada de crianças inglesas no continente.
Olhe, umas perguntas para o Jornal da Uma. Como se sente por os seus filhos terem morrido queimados?
Pedimos desculpa por esta realidade. A ilusão segue dentro de momentos
A Arte Suprema, António Jorge Gonçalves e Rui Zink (1997)
É sempre um prazer reler o Rui Zink.
ASENSIO























